
— Eu não estou sozinho — ditou colocando o boné sobre a cabeça e dando-lhe um aceno de tchau. Diane se fora e ele terminou o trabalho no porão, seguindo então para o andar superior decidindo descansar.
Passou na cozinha pegou uma cerveja na geladeira e ao seguir para a sala encontrou-o bufando nervoso no escritório.
— Ela já foi embora? — Perguntou com raiva.
— Já sim — respondeu dando um gole um gole no líquido gelado e averiguando o porquê da raiva do outro. E com um sorriso nos lábios entendeu o motivo.
— Então você está com ciúmes dela DiNozzo. Não achei que o grande Tony teria ciúmes de uma mulher com tanto afinco como você demonstrou — riu novamente sorvendo mais um gole da garrafa em suas mãos e deixando-a na mesa, então se prostrou por de trás da cadeira pousando suas mãos sobre os ombros do outro.
— Eu não estou com ciúmes Chefe, é só que aquela mulher me deu nos nervos — respondeu um pouco relaxado devido a sensação das mãos de Gibbs, que massageavam seus ombros e pescoço.
— Se não está com ciúmes Tony, porque então quase mordeu-a com esse nervosismo todo hein?
— Droga Chefe! — Gritou levantando-se e andando pela sala de forma agitada — ela foi sua ex-mulher você queria que eu fizesse o quê?
— Talvez me dizer que estava com ciúmes ou com medo DiNozzo — respondeu aproximando-se do outro e lhe abraçando.
— Eu não sabia o que fazer, eu fiquei preocupado — confidenciou o mais novo dentro daquela agarre que lhe fazia chorar.
— Eu sei, mas não havia motivo de preocupação Tony, eu disse a ela que não estava sozinho e isso é verdade já que tenho você comigo — e o beijou profundamente fazendo com que deixasse de lado aqueles medos e preocupações do seu namorado.
— Vamos para a cama você precisa descansar e eu também — Gibbs pediu carinhosamente levando DiNozzo abraçado a si, enquanto subiam ao quarto para dormirem juntos mais uma vez.

